Depois de retornar à televisão, Pierre M. Krause fala de uma forma incomumente pessoal em “Kurzschnell” – e mostra que sua doença não o mudou apenas fisicamente, mas também socialmente. A conversa com Tommi Schmitt de repente se transforma em silêncio e decepção no rádio.
Pierre M. Krause vai para o lado pessoal: “Achei que eles eram meus melhores amigos”
Esta experiência particular está agora incluída no novo episódio “Short Haul with Pierre M. Krause”. O formato prospera quando os convidados mostram ao anfitrião o seu dia a dia – mas desta vez também se torna pessoal para ele.
Quando Pierre M. Krause acompanha Tommi Schmitt pela sua cidade natal, Detmold, Schmitt faz uma pergunta: “Mas você pode dizer isso, às vezes você se pergunta: como fazer certo? Você espera uma mensagem quando não se sente bem, ou você diz: ‘Gente, é demais?’
Quando questionado sobre esse assunto, Krause responde com a mesma franqueza que poucas vezes antes: “Acho que foi a coisa mais íntima que já disse, mas porque esse é realmente o assunto: perdi amigos”, diz ele. Krause observa: “Bem, perdi amigos que pensei serem meus melhores amigos porque de repente houve um completo silêncio no rádio.”
“Comunicar!” – O conselho de Krause aos amigos em tempos difíceis
O gerente não guarda rancor: “Não estou nem um pouco zangado. Posso ser um pouco ganancioso, mas não estou zangado”. Respondendo à pergunta de Tommi Schmitt, ele resume: “E se houver uma mensagem, porque é um pouco do que você está perguntando, sim, comunique. E isso não deveria ser uma pergunta e você não precisa responder, mas o principal é: estou pensando em você quando você se sente muito, muito mal agora”.
Pierre M. Krause desaparece do público por um ano por causa de um tumor
O próprio Pierre M. Krause explicou na época que a princípio sentiu dores nas costas aparentemente inofensivas – até que se seguiu o diagnóstico: um tumor maligno. Isso teve que ser removido cirurgicamente, “caso contrário, eu teria morrido em algum momento”.
Ele descreve o tratamento como “uma viagem pelo inferno”. Partes dos ossos tiveram que ser removidas, Pierre M. Krause ficou temporariamente dependente de muletas e precisou de fisioterapia. O resultado: um afastamento total dos olhos do público durante quase um ano. Em entrevista a Tommi Schmitt, ele relatou que esteve seis meses internado e em reabilitação.



