Paris está nervosa. Com sua grande camiseta branca, ele estica o pescoço e examina o palco principal da Accor Arena. Está bloqueado por uma enorme tela em branco que funciona como cortina. Como se o público fosse ver a criação de uma obra de arte in loco. É 18 de março, em Paris.
Enquanto uma orquestra sinfônica se instala no fosso, bem no meio da multidão atordoada, o espanhol de 28 anos se vira, com o olhar marcado por uma excitação febril: “Não quero perder a entrada. Rosália. Esta é a superestrela que o meu país esperava…” Isto é confirmado por Oriol Rodríguez, autor do livro investigativo “Buscando a Rosalía” (“Em Busca de Rosalía”) de Oriol Rodríguez: “Desde Julio Iglesias, não houve um cantor que alcançou tanta fama internacional na Espanha! »



