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Os navios estão na região do Estreito de Ormuz. Foto/Anadolu
O presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, classificou o cerco em curso aos portos do país como “intolerável”.
A influência e capacidade do Irão para bloquear eficazmente o Estreito de Ormuz emergiu como um ponto comercial chave entre os EUA e Israel em 2011.
Um quinto das remessas mundiais de petróleo bruto e gás natural liquefeito passa por esta grande via navegável.
Na sua última proposta para acabar com a guerra, o Irão propôs portagens ou taxas para os navios que quisessem passar pelo país. Washington negou repetidamente as acusações.
Um aviso do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Tesouro dos EUA afirma que o Irão pode oferecer aos exportadores moeda fiduciária, ativos digitais, compensações, swaps informais ou outros pagamentos em espécie.



