Ninguém esperava por isso: na noite de sexta-feira (1º de maio), Nadja Benaissa, uma das jogadoras mais fortes da temporada, despediu-se do palco “Let’s Dance”. Esses fãs agora estão entrando nos bloqueios do Instagram.
Nadja Benaissa e seu parceiro de dança dão, os pontos do júri “Vamos dançar” estão corretos – e no final ainda não é suficiente. Uma votação implacável tirou o ex-vocalista do No Angels do jogo. Especialmente amargo: os jogadores fracos podem ficar, enquanto o brilhantismo técnico de Nadja cai no esquecimento.
Até o veterano do júri, Joachim Llambi, perde a compostura. O crítico eloquente fica tão chocado com a decisão que o desespero está estampado em seu rosto. Após a luta, ele sai rapidamente do estúdio sem se despedir.
Fãs após a decisão da RTL: “Estou com raiva, triste, decepcionado”
A fúria da comunidade de fãs agora está sendo desabafada com saudações de despedida de Nadja e seu parceiro de dança Vadim no Instagram. As colunas de comentários estão brilhando, a paixão está em alta. Muitos espectadores questionam o significado da competição quando o desempenho no chão fica em segundo lugar apenas em popularidade.
As vozes dos torcedores são claras: “Estou bravo, triste, decepcionado. E não posso mais assistir ‘Let’s Play’. Infelizmente, quem joga melhor aqui”, escreve um usuário frustrado. Outro apoiador vê a situação de forma mais dramática: “Hoje não foi só alguém que foi afastado. Hoje se perdeu um pedaço desse espetáculo”.
Os fãs estão pedindo uma alteração na regra “Vamos jogar”.
Mas não é apenas tristeza – os apelos à reforma regulamentar estão a crescer. As críticas são dirigidas contra o sistema actual, onde a votação do público muitas vezes prejudica o desenvolvimento do desporto. “Talvez as regras precisem ser mudadas. Escolher um casal tão bom, me desculpe, é dançar primeiro e não apenas fama, quem liga não entende isso? pergunta o fã.
Outro comentário conclui: “Se os dançarinos mais fracos avançam e os melhores são forçados a sair, isso não tem mais nada a ver com competição leal”.



