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A estrela do Tatort, Harald Krassnitzer, está triste com a perda de sua mãe

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Palavras ricas em emoção

A estrela do Tatort, Harald Krassnitzer, está triste com a perda de sua mãe

3 de maio de 2026 – 23h55Tempo de leitura: 2 minutos.

Harald Krassnitzer (foto de arquivo): (Fonte: IMAGO/Stephan Wallocha/imago)

Sua mãe morreu de demência aos 95 anos. Mas Harald Krassnitzer não trata apenas de perda, trata-se de outra coisa.

Durante décadas, Harald Krassnitzer disse adeus aos seus personagens na tela como investigador da “cena do crime”. Agora o ator austríaco enfrenta uma perda pessoal: sua mãe, Susanne, morreu no dia 14 de fevereiro, aos 95 anos, conforme relatou ao “Bild”.

Susanne Krassnitzer sofreu recentemente de demência. Seu filho descreveu ao jornal como a doença mudou o relacionamento deles: “No final, nosso relacionamento tornou-se mais intenso do que nunca”.

A irmã de Krassnitzer assume a maior parte dos cuidados. O ator mora em Wuppertal, viajando entre as filmagens e a casa de sua mãe em Salzburgo. “Minha irmã tem feito muito desse trabalho porque ainda estou muito ocupado com as filmagens e todas as coisas malucas que você chama de vida. Vou lá sempre que posso durante os intervalos das filmagens”, disse ele.

A demência traz consigo momentos que Krassnitzer não consegue esquecer. Por causa de sua doença, sua mãe nem sempre o reconheceu como filho. “Às vezes sou meu pai biológico para eles, às vezes meu irmão ou o cachorro. Até que em algum momento só resta um. E então posso ser filho deles”, disse ele.

Ele se lembra especialmente do contato físico com a mãe: “Quando ela me deu a mão e não soltou porque apertou com tanta força que eu não conseguia me libertar. Aquele toque disse alguma coisa”. A mensagem por trás disso é: “Eu sou sua mãe!” Por um lado, isso o assustou, “mas também nos ajudou muito a nos abrir”.

Krassnitzer também descreveu como sua irmã lhe deu uma nova perspectiva sobre dignidade. Ela pediu que ele fosse com ela, colocasse a mãe em uma cadeira de rodas e caminhasse com ela pela aldeia. Ele observou sua mãe virar instintivamente o rosto em direção ao sol. “Não demorou mais de 15 segundos e minha mãe se virou para o sol, como um girassol, porque sentiu o calor”, disse ele. Sua mãe também sentia o farfalhar das árvores de uma maneira diferente. “Foi quando percebi que o que eu queria dizer sobre dignidade era um absurdo completo. Ela ainda estava lá. Ela sentiu e viveu o momento”, disse Krassnitzer.

Krassnitzer não descreve a morte de sua mãe como um fim, mas sim “como um começo”. A família ficou mais próxima durante esse período. O tema da demência também o preocupa profissionalmente: no dia 7 de maio estreia nos cinemas seu filme “O Homem Perdido”, no qual interpreta um marido com demência ao lado de Dagmar Manzel e August Zirner, que se esqueceu do divórcio da esposa.

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