Home Entretenimento ART diz que Erin retém identidade e telefone celular confiscado após suposto...

ART diz que Erin retém identidade e telefone celular confiscado após suposto abuso

6
0



Jacarta

A discussão de Rien Wartia Trigina, também conhecida como Erin, com uma ex-empregada doméstica (ART) chamada Hera, continua a ser barulhenta na Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta.

Além de denunciar as alegações de abuso, a parte denunciante revelou agora a alegada apreensão dos pertences pessoais da vítima por Erin na sua casa na área de Bintaro.

Hera diz que a violência física não é o único problema neste caso. Ele disse que houve um ato de retenção de pertences pessoais, supostamente cometido por Erin, que dificultou a saída da vítima do local.

Role para continuar com CONTEÚDO

“Não houve confinamento, apenas seus pertences foram confiscados. Meu celular, minhas roupas ainda estão lá e minha carteira de identidade, até agora não fui pago”, disse Hera na Delegacia de Polícia Metropolitana de Jacarta Sul, segunda-feira (05/04/2026).

A carteira de identidade original de Hera ainda está em posse do empregador e não foi devolvida desde o suposto uso indevido.

“Sim, o KTP está retido até agora, ainda está aí. O celular também continua aí”, disse.

Além dos documentos de identidade e do celular, Hera também admitiu que algumas de suas roupas pessoais ainda estavam na casa de Erin. Isto se soma à lista de perdas que sofreu, após decidir sair de casa em busca de proteção jurídica.

“Meu telefone, minhas roupas ainda estão lá, junto com meu KTP, até agora não fui pago”, explicou Hera.

Este problema também diz respeito aos direitos económicos que se alega não terem sido cumpridos. Nia é a proprietária da fundação de distribuição, lamentando a afirmação de Erin de que ela havia lhe dado uma certa quantia em dinheiro. Segundo Nia, o pagamento inicial realizado é apenas uma taxa administrativa da fundação e não um direito salarial dos trabalhadores.

“Não há compensação. E não é compensação, que é paga pela administração. Por isso vim ontem à noite, resolvi isso com a administração e devolvi o salário e entreguei o retido aos trabalhadores para que os pudesse levar para casa”, disse Nia.

Este suposto caso surgiu depois que um membro da família chamado Hera denunciou Erin à Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta por suposto abuso ocorrido em 28 de abril de 2026.

Hera admite que foi atingida por um cabo de vassoura e chutada por causa de uma tarefa doméstica que considerava errada. Além da violência física, o seu partido acusou Erin de reter o seu bilhete de identidade, confiscar o seu telemóvel e não pagar o seu salário.

Por outro lado, Erin nega veementemente todas as acusações e denunciou Hera e o distribuidor por difamação e difamação. Erin afirma ter imagens de CCTV para provar que não houve violência ou roubo em sua casa.

(oh)

Fonte

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here