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Hera, Rien Wartia Trigina, também conhecida como empregada doméstica de Erin, denunciou seu empregador à Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta sobre um caso de suposto abuso. Hera negou as acusações.
No entanto, ele disse que Erin supostamente saqueou pertences pessoais de sua casa na área de Bintaro. Em decorrência do confisco de pertences pessoais, Hera alegou que era difícil sair de casa.
Até Hera disse que até agora seus pertences pessoais, inclusive seu salário, não foram entregues.
“Não houve confinamento, apenas coisas foram confiscadas. Minhas coisas, celular, roupas ainda estão lá, junto com minha carteira de identidade, até agora não recebi o pagamento”, disse Hera, empregada doméstica de Erin, quando encontrada na Delegacia Metropolitana de Jacarta Sul, segunda-feira (5/4).
Enquanto isso, Nia, dona de uma fundação que distribui empregadas domésticas, também lamenta a afirmação de Erin de ter lhe dado uma certa quantia em dinheiro. Nia disse que o dinheiro do pagamento inicial era a taxa de administração da fundação, e não o salário de Hera.
“Não há indemnização. E não é indemnização, que é paga pela administração. Por isso vim ontem à noite, combinei com a administração e devolvi o salário e entreguei o que foi retido aos trabalhadores para levarem para casa”, explicou Nia.
Como se sabe, Hera denunciou Erin à Polícia Metropolitana do Sul de Jacarta no final de abril de 2026, a respeito do caso de suposto abuso. No relato, Hera admitiu que foi atingida por um cabo de vassoura e chutada por Erin, por não fazer bem as tarefas domésticas.
Enquanto isso, a própria Erin negou as acusações de abuso. Na verdade, ele admitiu que tinha imagens de CCTV para provar que não havia cometido nenhum ato de abuso.
Não aceitando as alegações de abuso, Erin também denunciou Hera por difamação e difamação.
(hipoteca)



