“Oh”, reage A norma. Em 30 de abril, o governo belga assinou uma declaração de intenções relativa à compra de reatores nucleares belgas à empresa energética francesa Engie. “Neste caso, o termo ‘histórico’ não é um exagero”, comenta o principal jornal flamengo. Em primeiro lugar, porque se trata de criar todos os belgas e os seus descendentes “Proprietários de frotas nucleares com idade entre 40 e 50 anos.”
Depois porque, vindo de um governo de direita, a decisão de nacionalizar o imóvel é surpreendente. Nas últimas eleições essa também foi a proposta do Partido Trabalhista (PTB, esquerda radical), lembra À noite, divertido com isso “mudança ideológica espetacular” Depois “vinte e cinco anos de fé cega em ‘tudo que existe no mercado’”.
Como explicado O eco, esta decisão é principalmente o resultado de “Navio aberto que estava se alargando” entre o governo, que quer “estender”, contenda “começar de novo” reactores antigos, e Engie (proprietária do grupo belga Electrabel), que o queria “apagar gradualmente a luz”. Para poder decidir por si mesmo, o governo optou pela aquisição.
“Parecem itens não vendidos no final de um mercado de pulgas”
Boas notícias? Num contexto de fortes tensões no mercado energético, tendo “uma disposição



