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Saudações de uma vila marítima na Indonésia, onde pescadores indígenas recebem ajuda da floresta de mangue

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Far-Flung Postcards é uma série semanal em que a equipe internacional da NPR compartilha momentos de suas vidas e trabalhos ao redor do mundo.

Depois de uma viagem de seis horas pela Ilha Sulawesi, meu colega Adi Renaldi e eu chegamos à entrada de uma vila no meio de uma baía remota.

De lá, nosso táxi aquático – um escaler motorizado de madeira – nos levou por um canal estreito, onde vimos manguezais prosperando na água salgada e turva. À medida que nosso barco faz uma curva ao pôr do sol, a vila de Torosiaje aparece, com suas coloridas palafitas situadas acima do Mar das Molucas.

Os Povos Indígenas Bajau do Sudeste Asiático são historicamente conhecidos como pescadores marítimos nômades. Muitas pessoas na Indonésia vivem agora vidas mais estáveis ​​ao longo da costa do país, mas Torosiaje é única: a cidade foi fundada em 1901 e construída sobre água. O oceano flui abaixo enquanto atravessamos pontes que ligam casas de vilarejos, lojas e escolas.

As pessoas em Torosiaje percebem a importância dos mangais para a sua subsistência e sobrevivência. Viemos aqui para falar com o chefe do esforço de conservação. Ao cultivar árvores de mangue, o povo Bajau consegue trazer de volta peixes cujo habitat foi reduzido e proteger o litoral da erosão. Aprendemos sobre os usos tradicionais dos manguezais, usando as sementes para fazer sabão, remédios, cuidados com a pele e até farinha para bolos.

A origem do povo Bajau não é conhecida ao certo. Uma lenda diz que a filha do sultão foi sequestrada e ele enviou seus homens mais fortes para procurá-la. Eles não ousaram retornar sem a princesa, então vagaram pelos mares como nômades, e os Bajau aqui construíram um novo lar entre os manguezais.

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