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Um caso visando a família real holandesa foi levado ao tribunal. Um extremista de direita é suspeito de planear um ataque à princesa herdeira holandesa, a princesa Katharina-Amalia, e à sua irmã, a princesa Alexia.
Ann Romke van der H. O homem citado, de 33 anos, foi preso em fevereiro passado em um hotel em Haia depois que a polícia encontrou dois machados em seu quarto. Segundo os promotores, o homem alegou ser amante da futura rainha da Holanda. Admitiu também que iria realizar uma “missão de formação” conjunta na Polónia.
Num recente julgamento preliminar, o arguido alegou que a Princesa Katharina-Amalia lhe pediu que comprasse dois machados como parte de um kit de sobrevivência para a sua “missão” na Polónia.
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“E foi isso que ele fez”, disse seu advogado, segundo a mídia holandesa, citada pelo New York Post.
A polícia também encontrou gravuras suspeitas no cabo do machado, incluindo as palavras “Sieg Heil” e “Mossad”. Irmã da Princesa Amália, hoje com 20 anos, o nome “Alexia” também foi encontrado gravado num machado.
Além disso, as autoridades também encontraram uma nota manuscrita contendo os nomes das duas princesas reais e as palavras “Bloodbad 400”, que significa “massacre sangrento” em holandês. A defesa argumentou que “Bloodbad 400” era apenas o nome de uma missão de treino que o arguido acreditava que iria realizar com a Princesa Amália.
O homem, natural de Uithuizen, no nordeste da Holanda, será submetido a uma avaliação psiquiátrica para determinar a possibilidade de transtorno de personalidade. Embora fosse suspeito de ter um transtorno mental, o juiz considerou a ameaça muito grave, e Van der H. foi condenado a permanecer detido porque era considerado um risco de fuga e tinha a capacidade de repetir ameaças semelhantes.
A decisão também foi influenciada pelo facto de o arguido ter sido visto anteriormente nos jardins do palácio real. Ele até admitiu em uma clínica no ano passado que não tinha medo de esfaquear pessoas.
(quem/quem)



