Houve 69 investigações de espionagem em 2024 e 2025, o mesmo número dos 30 anos anteriores.
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Aceleração clara de ameaças. A Polónia, vizinha da Ucrânia, tem vivido “crescimento sem precedentes” ataques híbridos contra a sua segurança, principalmente da Rússia, alerta a Agência de Segurança Interna (ABW) do país em relatório Publicado na quarta-feira, 6 de maio. É o primeiro relatório sobre as atividades da agência publicado desde 2014 no país, que faz fronteira com a Bielorrússia e o enclave russo de Kaliningrado.
O aumento mais impressionante diz respeito aos casos de espionagem: foram abertas 69 investigações nos últimos dois anos, o mesmo número das três décadas anteriores. Foram lançados 48 novos arquivos em 2025, contra 21 em 2024. Invasão russa em grande escala da Ucrânia foram cinco casos em 2022, segundo a ABW. Durante os quatro anos de guerra na Polónia, 82 pessoas foram acusadas de espionagem, incluindo 62 pessoas colocadas sob custódia.
Relatório de serviços poloneses Também “o desafio mais sério” pertencer ações de sabotagem “inspirado e organizado pelos serviços de inteligência russos”. Em particular, têm como alvo instalações militares, infraestruturas críticas, edifícios públicos e locais associados à organização do apoio à Ucrânia na guerra.
De acordo com a Agência Polaca de Segurança Interna, os serviços russos “mudar continuamente seus modos de operação e desenvolver ferramentas utilizadas em operações híbridas”. Eles usam voluntariamente intermediários recrutados on-line, que às vezes são pagos em criptomoedas, e redes criminosas estruturadas, esclarece ABW.
Por seu lado, a Bielorrússia, aliada de Moscovo, continua as suas actividades de infiltração, especialmente em comunidades da oposição no exílio. A China, também mencionada no relatório, privilegia estratégias de influência económica e política.



