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A experiência de uma cientista da NASA que morreu três vezes

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Jacarta

Ingrid Honkla, ex-cientista da NASA da Colômbia, admitiu que teve três experiências de quase morte em sua vida. Diz-se que a experiência deixou uma impressão profunda, mudando sua visão da morte e da consciência humana.

A mulher de 55 anos disse que toda experiência de quase morte sempre lhe dava a mesma sensação. Segundo ele, sentiu que havia entrado em outra dimensão que os sentidos humanos não conseguiam explicar.

“É como entrar num nível mais profundo de realidade, além dos nossos sentidos físicos. Nesse estado, a consciência parece expandida, inteligente e conectada”, disse Honkla, citado pelo New York Post.

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Honkla possui doutorado em ciências marinhas e trabalhou para a NASA e a Marinha dos Estados Unidos. Ele afirma que sua primeira experiência de quase morte aconteceu quando ele tinha dois anos.

Naquele momento, o pequeno Honkla caiu na caixa d’água fria de sua casa, sem ser notado pelo caseiro, que ouvia rádio em outro cômodo. Dizem que sua mãe chegou em casa a tempo e conseguiu salvá-lo. Mas naquele momento Honkala sentiu que havia experimentado algo extraordinário. Depois de entrar em pânico porque a água fria dificultava a respiração, esse medo lentamente se transformou em uma calma profunda.

“A sensação de pânico desapareceu e foi substituída por uma calma e um silêncio extraordinários”, disse ele.

Ele admitiu que sentiu que sua consciência havia se separado de seu corpo físico. Nesta posição, Honkla disse que podia ver seu minúsculo corpo flutuando sem vida na água.

“Naquele momento eu não me sentia mais como uma criança em um corpo, mas como um campo de pura consciência, consciência e luz. Sem noção de tempo, sem medo e sem pensamentos”, disse ele.

Uma das partes mais estranhas de sua história envolve sua mãe. Honkla afirmou que enquanto estava inconsciente na água, de alguma forma conseguiu ver sua mãe a vários quarteirões de distância e se comunicar com ela sem falar.

Sua mãe então correu para casa e encontrou sua filha no tanque. Ingrid acredita que aquele momento mudou para sempre sua visão da morte e diz que desde então nunca mais temeu a morte.

“Essa experiência me mostrou que o que chamamos de vida após a morte não parece um lugar distante”, disse ele.

“Para mim, essa experiência mostra que a consciência não é apenas gerada pelo cérebro, mas algo mais fundamental”, acrescentou.

Em sua vida, Honkala admitiu ter vivenciado outros dois eventos de quase morte. A primeira foi após um acidente de moto quando ele tinha 25 anos, e a segunda, aos 52, quando sua pressão arterial caiu drasticamente durante uma cirurgia.

Ele disse que essas três experiências sempre o levaram ao mesmo estado de paz. Curiosamente, Honkala admite que foi a experiência espiritual que despertou seu interesse em estudar ciências.

“Quero compreender a natureza da realidade através da observação e da pesquisa”, disse ele.

Com o passar dos anos, ele preferiu se concentrar em sua carreira científica e raramente discutia suas experiências espirituais em público. Mas com o tempo, ele passou a acreditar que ciência e espiritualidade nem sempre são contraditórias.

“Ambos podem tentar explicar o mesmo mistério de pontos de vista diferentes”, disse ele.

No entanto, experiências de quase morte como Honkala ainda são motivo de debate. Vários pesquisadores especularam que esse fenômeno pode ser desencadeado por alucinações ou mecanismos psicológicos quando uma pessoa está próxima da morte.

Muitas pessoas que tiveram experiências semelhantes relataram ter visto luzes brilhantes, familiares mortos e até figuras religiosas. No entanto, Honkla tem certeza de que o que viveu não foi apenas um sonho ou imaginação.

(quem/quem)

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