Várias semanas se passaram desde que, por volta de 5 de abril, um passageiro do MV Hôndio queixou-se de dor de cabeça, diarreia e febre e naquele momento, no dia 3 de maio, o mundo soube que havia um vírus da família do hantavírus a bordo do navio de cruzeiro. Entretanto, o homem de 70 anos, a sua esposa e uma terceira pessoa morreram.
Até 12 de maio, nove casos de infecção por hantavírus haviam sido confirmados e mais dois prováveis, enquanto os 147 passageiros e tripulantes haviam sido evacuados e repatriados – ou estavam em processo de repatriação – para os 23 países de onde vieram.
O tempo entre os primeiros sintomas a bordo e a descoberta de que um navio de cruzeiro se tornou um foco pode parecer longo. E serão aprendidas lições sobre gestão de crises a bordo do navio. Mas assim que o alarme foi dado, a coordenação internacional foi “impecável”, reconhece, em O país, Alberto Infante, professor emérito da Escola Nacional de Saúde Pública do Instituto de Saúde Carlos III, Espanha, e especialista em saúde pública e administração em saúde.
“A Organização Mundial da Saúde (OMS) garante que o Reino Unido informou sobre a epidemia no sábado, 2 de maio.



