Até este ano, o presidente Trump havia boicotado o evento que é um destaque da vida política e social da capital federal dos Estados Unidos. Em 2019, correspondente Fígaro em Washington está aqui.
Smoking, gravata-borboleta e vestidos longos são obrigatórios, tapetes vermelhos (ou azuis), VIPs bagunçados e enxames de paparazzi: nem um único marcador de um evento de “celebridade” está faltando no evento. Jantar dos Correspondentes na Casa Branca. TER Washington DC, a capital federal dos Estados Unidos, onde grande parte da sua atividade gira em torno do poder e das instituições, a mistura de política e mídia atinge seu pico todos os anos nesta noite, geralmente no final de abril.
Os lugares são caros – literal e figurativamente: conte com 300 dólares por lugar, se conseguir convencer os organizadores a lhe ceder uma mesa. Esta é a Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA), uma poderosa interface do serviço de imprensa presidencial, que controla o andamento e a logística da noite – em estreita coordenação com o Serviço Secreto, responsável pela segurança dos funcionários. Mas vimos no dia 25 de abril que poderia haver uma fraqueza no sistema. Principalmente lembranças…



