Os resíduos produzidos pela União Europeia poderão cobrir mais de metade das suas necessidades de metais estratégicos até 2050, revela um novo estudo.
Eletrificação dos serviços públicos, implantação de energias renováveis e tecnologia digital… A transição energética da UE, que visa a neutralidade carbónica até 2050, não pode ser alcançada sem acesso às matérias-primas. Lítio, alumínio, níquel, manganês: para isso, a UE já identificou matérias-primas consideradas “críticas” há quarenta anos, que são essenciais e/ou em risco de interrupção do fornecimento. Porque “Por exemplo, a China fornece 97% do magnésio da União e a Turquia e 99% do seu boro (usado em painéis solares).”O Tribunal de Contas Europeu recordou num relatório recente.
Para reduzir esta dependência, precisamos reciclar. Pesquisadores europeus publicaram quarta-feira como parte do projeto de pesquisa FutuRaM* “A avaliação mais abrangente já realizada da” mineração urbana europeia””.Em outras palavras, todos esses resíduos atualmente inexplorados irão satisfazer amanhã…



