O CEO da Bolloré, Cyril Bolloré, está encorajando Grupo de música universal rejeitar Bill Ackmande Proposta de aquisição de US$ 64 bilhões argumentando que a oferta do investidor bilionário subvalorizou a empresa.
De acordo com a Reuters, Bolloré, cuja empresa é a maior acionista da UMG, disse durante o dia de mercado da empresa que “não há preço algum”.
“Ele não está fazendo uma oferta com seu próprio dinheiro”, disse Bolloré, que renunciou ao conselho da UMG no ano passado. “Este é o nosso dinheiro, o dinheiro da empresa.
“Exorto a administração da Universal Music a rejeitar isso”, continuou Bolloré. “No que me diz respeito, é como se tivesse sido rejeitado.”
Representantes de Ackman e Pershing Square não responderam aos pedidos de comentários.
As observações são a primeira vez que Bolloré comenta o assunto desde que Ackman publicou a proposta pela primeira vez em Abril, argumentando que o preço das acções da UMG “está deprimido devido a uma série de questões que não estão relacionadas com o desempenho do negócio musical da empresa, todas as quais, sobretudo, podem ser resolvidas através desta transacção”.
Por proposta de Ackman, a UMG transferirá a listagem de suas ações de Amsterdã para a Bolsa de Valores de Nova York.
Após a oferta de aquisição de Ackman em abril, a UMG adquiriu fez uma declaração afirmando que a empresa não comentaria mais até que seu conselho de administração considerasse a proposta de Ackman, mas que “o Conselho de Administração tem total confiança na estratégia da UMG e na liderança de Sir Lucian Grange e na equipe de gestão da empresa”.



