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O lendário PSG, o decisivo Kvara, o Arsenal culinário… Os favoritos e os favoritos dos nossos jornalistas especiais

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DISTRIBUIÇÃO – Descubra o que aconteceu em nossas teclas pressionadas após a vitória do Paris SG na Liga dos Campeões sobre o Arsenal, no sábado, na Hungria. Noite para a eternidade.

Favoritos

Um passaporte para a eternidade

Daqui a 10, 20, 30 anos e mais, recordaremos esta noite de 30 de maio de 2026, desta vez em que o Paris Saint-Germain, pelo segundo ano consecutivoregistre seu nome na lista da Liga dos Campeões. Depois de muitos anos, lutas e lutas, Rouge et Bleu conseguiram o que só o Real Zidane tinha conseguido desde 1990, ou seja, manter o título de campeão europeu. No total, são apenas oito que conseguiram tal feito. Agora eles são novos. PSG tem uma mesa grande. «Uma vez é uma história, duas vezes é uma lenda», Observem os torcedores parisienses antes da partida. Tudo os entende. Mito, essa é a palavra. Um trabalho incrível, quase verdadeiro e atemporal.

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A raiva de Kvara, a calma de Dembélé

Fechado em um final duplo arredondadotudo sempre muda num piscar de olhos, num gesto de gênio ou numa decisão de julgamento. Pouco sucesso antes dos 64e minuto de jogo, Khvicha Kvaratskhelia saiu da área para machucar o bloco londrino ao fazer com que Mosquera cometesse um erro. Após passe com Dembélé, ele falhou na defesa dos Gunners e caiu na área. tortura Trocado por Ousmane Dembélé, também um gênio antes deste processo, que não hesitou em marcar para empatar e explodir a virada do Paris. Um gol para a Bola de Ouro, como em 8e do fim. Como nas quartas de final. Nasceu nas semifinais. Sem encobrir, a dupla consolidou sua posição ao colocar o PSG de volta na corrida pela segunda estrela.

Presente, 20 anos, ótima atitude

Serão necessários pontos ao enfrentar David Raya, após 120 minutos nas pernas e sem mais combustível no motor. Com 67 mil espectadores gritando em seu ouvido. Désiré Doué, de 20 anos, autor da dobradinha no ano passado na final contra o Inter de Milão, não tem medo de nada. Ele é do tamanho do muito grande. Daqueles que, mesmo asfixiados, estão ali para manter a sua posição e dar o exemplo ao seu exército. Com a força do seu carácter e o seu talento, seduziu o guarda-redes espanhol e levou a sua equipa à segunda estrela. Se o seu par não for perfeito, em caráter, você atende a todas as expectativas. Mesmo quando é mediano, pode ser ótimo. Muito bem, Désiré Doué.

Marquinhos, turma

Marquinhos conhece o calvário após o último chute a gol perdido. A derrota contra a Croácia fez com que o Brasil fosse eliminado da Copa do Mundo do Catar. Por isso, ao ver seu companheiro e companheiro no meio do Auriverde, Gabriel Magalhães, mandar seu pênalti para as nuvens de Budapeste, o capitão parisiense não hesitou.

Todos os seus companheiros correram em direção à arquibancada ocupada pela torcida do PSG. Não é ele. Ele veio apoiar seu compatriota. Ele foi inclusive a primeira pessoa que veio confortá-lo, antes de Gabriel Martinelli, extremo do Arsenal. Os outros Gunners então chegaram ao lado do antigo zagueiro do Lille. Foi então que o “Marquê” juntou-se aos seus camaradas ao pé da arquibancada parisiense. A classe não pode aprender. Era uma segunda natureza para ele.

Cortes de garras

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Arsenal, tudo isso por isso?

No alcance final, perto de uma dobradinha histórica e um pouco de golpe… Este é um resumo da partida Versão do Arsenal Mikel Arteta Sábado à noite em Budapeste. Durante 120 minutos de jogo, os Gunners brincaram com suas armas, suas habilidades, empurrando beleza, beleza e atacando a bola para enfrentar as discussões. Com o gol rápido de Havertz no início do jogo, o plano dos londrinos foi perfeito. Sonhar.

Por fim, outro conceito do futebol, com planos e riscos, é a melhoria da muralha inglesa. E não é uma caricatura dos segundos que você recebe em uma cobrança lateral, cobrança de falta ou seis metros… de 10e minuto. Faça com que o segundo avaliador, sem recursos, reaja dessa maneira para manter a sentença. Isso é bom. Mas não o Arsenal, um clube histórico do futebol europeu, com recursos substanciais, herdeiro dos anos Wenger e Henry. Vendedores de alimentos.

Uma conclusão que não entusiasma ninguém

Pelo menos havia alguma suspeita. Esse é o ponto positivo. De resto, além dos mais entusiasmados com as instruções e um pouco nostálgicos do catanaccio, é preciso ser torcedor parisiense para sair da Arena Puskas com um sorriso. O show proposto de fato não estava à altura da ocasião. E isso se deve, como dissemos, principalmente às escolhas estratégicas de Mikel Arteta, que não tem outra intenção senão defender e atacar no contra-ataque. Pelo menos os Gunners têm o direito de se sair bem. Não podemos dar-lhes muito mais… Temos que acreditar que este PSG é muito assustador, também para o campeão inglês.

PSG-Arsenal: suspense total, tensão no auge, Paris em fuga… Imagens de satisfação histórica na Liga dos Campeões


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