A próxima marcha do Orgulho, marcada para 27 de junho em Budapeste, não será proibida pela polícia húngara.
A liberdade sopra na Hungria. Esta sexta-feira, 29 de maio, a polícia húngara indicou que não seriam banidas. Marcha do Orgulho Foi ambientado em Budapeste em 27 de junho, um ano após a proibição do ex-primeiro-ministro nacionalista. Viktor Orbán.
“Durante o processo de anúncio da Marcha do Orgulho de 2026 e de consulta aos organizadores, não surgiu nenhuma razão para proibir a reunião”, disse a polícia à AFP.
No ano passado, apesar das autoridades terem proibido a marcha, dezenas de milhares de pessoas marcharam pelas ruas, reunindo-se por autoridades eleitas europeias. Budapeste.
Uma decisão que “não custa nada”
A polícia de Budapeste fez o anúncio cerca de dez dias antes de proibir a manifestação na capital húngara, citando uma recente lei anti-LGBT+ do governo nacionalista de Viktor Orbán, que durante anos prejudicou os direitos das pessoas LGBT+ em nome da “segurança infantil”.
Mas o presidente da Câmara de Budapeste, Gergely Karacsny, reagiu realizando a manifestação, condenando a decisão como “não tendo valor”. O vereador escreveu no Facebook que se tratava de um “evento autárquico” que não necessitava de autorização oficial.



