Descriptografia – Os pesquisadores confiaram na inteligência artificial para detectar muitos terremotos que não são muito poderosos, mas têm características surpreendentes.
Mas o que está acontecendo nas profundezas da Antártida? Essa questão preocupa os sismólogos. Em um estudo publicado na revista CiênciaUma equipa de quatro investigadores americanos (Universidades de Oklahoma e Alabama) e espanhóis (Universidade de Madrid) questiona-se sobre a origem dos sismos muito profundos detetados sob o continente congelado, a uma profundidade de 100 a 150 km, no coração desta placa tectónica.
À luz desta descoberta, a primeira é uma reanálise da vasta quantidade de dados sísmicos recolhidos no continente nas últimas décadas. Especificamente, os pesquisadores usaram técnicas de inteligência artificial para examinar esses conjuntos amplos e identificar automaticamente sinais interessantes. “Historicamente, esse trabalho era feito manualmente, às vezes auxiliado por algumas ferramentas simples”Quentin Pletrie, Diretor de Pesquisa do Instituto de Pesquisa em Desenvolvimento (IRD) explica ao GeoZur…



