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O Conselho Científico do Departamento: 1º na França foi lançado diante da emergência climática em Toulouse

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O Departamento de Haute-Garonne instalou oficialmente na terça-feira, 2 de junho, o conselho científico do departamento. Um órgão permanente e multidisciplinar composto por vinte e dois pesquisadores e especialistas responsáveis ​​​​por informar as decisões públicas relacionadas à bifurcação ecológica.

Apresentado como o primeiro em França à escala departamental, este conselho nasceu do roteiro 2025-2030 adoptado pela comunidade para responder aos desafios ambientais. “Devemos parar de lutar contra as decisões políticas e o conhecimento científico”, disse Sébastien Vincini, presidente do Departamento. Segundo ele, os governantes eleitos não podem mais “decidir por conta própria” diante da complexidade das questões climáticas, sociais e territoriais.

Colaboração entre autoridades eleitas e pesquisadores

Fruto de uma parceria com a Comue de Toulouse e a Atecopol, o conselho reúne especialistas de diversas disciplinas: ecologia, hidrologia, medicina, matemática, sociologia, ciências políticas e até ciências da educação. A missão será tripla: fornecer conhecimentos aos governantes eleitos, avaliar as políticas públicas e participar na difusão da cultura científica aos cidadãos.

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Para Michael Toplis, presidente da Comue, esta abordagem descreve perfeitamente o papel da universidade como “ator urbano”. “A ciência deve contribuir não só para o desenvolvimento económico, mas também para o desenvolvimento da sociedade”, sublinha, lembrando a riqueza do centro universitário de Toulouse com os seus 120 mil estudantes e vários milhares de investigadores.

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As duas primeiras indicações são aceitas. A primeira diz respeito à ansiedade ecológica e ao compromisso ambiental dos jovens Haut-Garonnais. Segue-se uma pesquisa realizada entre mais de setecentos estudantes do ensino médio que mostram uma forte sensibilidade às questões ecológicas, mas também se preocupam com o futuro. A segunda centrar-se-á no planeamento do uso do solo e na forma de equilibrar o crescimento demográfico, o acesso aos serviços e a preservação dos seres vivos. A obra será um reflexo da Assembleia Cidadã do Departamento.

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