MOSCOU (ANTARA) – A Procuradoria Nacional Antiterrorismo (PNAT) da França anunciou a abertura de uma investigação sobre crimes de guerra e tortura cometidos por Israel contra ativistas da Flotilha Global Sumud (GSF) que são cidadãos franceses, segundo a BFMTV nesta sexta-feira (5/6).
Um comboio de carga que transportava ajuda humanitária para Gaza partiu de Barcelona, Espanha, no dia 15 de abril.
No entanto, em 18 de Maio, o GSF informou que a flotilha foi cercada e interceptada por navios de guerra israelitas em águas internacionais. A cerca de 250 milhas náuticas da costa de Gaza, todos os participantes da flotilha foram capturados. Mesmo depois de ser libertado e deportado de Israel.
Na terça-feira (26/5), o primeiro-ministro (PM) francês, Sebastien Lecornu, disse que seu governo levaria a questão à Justiça.
Então, na sexta-feira (29/5), o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, confirmou que o governo francês havia apresentado um relatório ao Ministério Público de Paris. Após relatos de tortura de ativistas franceses por Israel
Para o regime sionista israelense, o oficial de segurança nacional Itamar Ben-Gevir divulgou um vídeo em 20 de maio mostrando as forças sionistas forçando todos os ativistas que capturaram a se prostrarem em uma posição amarrada.
O GSF relatou então 30 casos de ossos quebrados entre participantes de navios de cruzeiro, além de acusações de que forças sionistas abusaram sexualmente de outros participantes.
O ministro das Relações Exteriores, Barrot, também confirmou que Itamar Ben-Quevir foi proibido de entrar em território francês.
Fonte: Sputnik/RIA Novosti
Esta notícia foi publicada no Antaranews.com com o tema: França investiga crimes israelenses contra ativistas da Frota
Repórter: Nabil IhsanEditor: Debbie H. Mano
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