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Perda de influência, capacidade limitada para agir… Da Síria ao Mali, a fiabilidade do apoio da Rússia está a ser questionada

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DESCRIÇÃO – A retirada dos mercenários russos da cidade de Kidal, no Mali, faz parte de uma série de reveses que põem em causa a solidez de Moscovo com os seus aliados em apuros. Outros países próximos do Kremlin poderão ser ameaçados.

Síria, dezembro de 2024; Venezuela, janeiro de 2026; Irão, fevereiro de 2026; Mali, abril de 2026 : a lista é uma linha preta para a Rússia. Através de exemplos fundamentalmente diferentes, Moscovo enfrenta a mesma realidade em vários continentes: a impossibilidade de ajudar seus aliados próximos em momentos críticos. Uma realidade que se tornou cada vez mais dolorosa desde o governo russo, sob crescentes sanções desde então invasão em grande escala da Ucrânia em 2022orgulho de escapar de qualquer isolamento e manter um forte apoio em todos os lugares. No espaço de um ano e meio, Moscovo testemunhou impotentemente a queda de Bashar al-Assad, o rapto de Nicolas Maduro e a deposição de Ali Khamenei.

Depois de o presidente sírio ter sido deposto, foi recebido no exílio em Moscovo, onde Vladimir Putin recebeu por duas vezes a visita do novo homem forte de Damasco, Ahmed al-Charaa. A Rússia conseguiu até agora manter, embora em menor grau, as suas bases navais…

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