publicado
Tempo de leitura: 1 min – Vídeo: 4 min
Todos os anos, milhares de turistas e caçadores de emoções vêm para Queenstown, na Nova Zelândia. Uma cadeira suspensa no ar, uma queda livre de 9 segundos ou até mesmo um percurso de BMX altíssimo, tudo num cenário mágico.
Este texto corresponde a parte da transcrição do relatório acima. Clique no vídeo para assistir na íntegra.
É apelidada de capital do mundo esportes radicais e aventura. Queenstown, uma pequena cidade na Nova Zelândia, está situada entre lagos e montanhas. São mais de duzentas atividades ao ar livre oferecidas. Aqui a aventura está em todo o lado e a adrenalina é uma indústria. Como Nevis, 134 metros acima do rio, sentado e aproveitado durante nove segundos de queda livre.
Naquele dia, era Mick Williams, um australiano de Queenstown, que estava prestes a viver uma grande emoção. Duzentos euros por pessoa mesmo assim, vale a dose de adrenalina. Alguns segundos de desapego e o medo dando lugar ao orgulho. “Eu acho engraçado e realmente te acalma. Você se sente melhor depois. É adrenalina e depois facilita a vida normal“, explica Mick Williams.
E aqui, a última invenção é a catapulta humana. Queenstown agora atrai entusiastas de esportes de todo o mundo. Angelo Decadi, 15 anos, é natural dos Pirenéus Orientais (França). Ele é um piloto, um ciclista com manobras espetaculares sob o olhar preocupado de sua mãe. Já radicada na Nova Zelândia, a família francesa mudou-se há quatro anos, concretamente para Queenstown, para que o estudante do ensino secundário pudesse usufruir das suas pistas de treino, entre as melhores do mundo. Ele, apesar dos perigos, quer um dia se tornar um piloto profissional. “Já quebrei meu fêmur. Quase quebrei todos os meus dedos. Quebrei o pulso, o cotovelo (…) Se você ama mesmo o seu esporte, continue“, enumera o jovem Angelo Decadi.
Angelo trabalhou duro durante sete anos para chegar ao topo na pista mais técnica. O coração de sua mãe bate ao seu ritmo. “Foi lindo, impressionante. Estou feliz que ele tenha conseguido sobreviver inteiro— ela disse aliviada.
Sentidos fortes, o quebequense gosta de compartilhá-los. Quando não está voando sozinho, Pat Jackson pratica parapente duplo, disciplina também nascida em Queenstown. Permite que quem não tem experiência possa voar pela primeira vez. E, por um momento, a estranha sensação de voar como um pássaro.



