Entrevista – Economista defende o levantamento da proibição francesa do ar condicionado face ao aumento das ondas de calor Segundo ele, a adaptação passiva dos edifícios não será suficiente para proteger os mais vulneráveis e a recusa do “ar condicionado” promovida pelos discursos de alguns ambientalistas corre o risco de punir primeiro as classes trabalhadoras, as crianças e os idosos.
Charles Dennery era um economista. Ele é o autor das pensões reformadas (de fato) (PUF).
LE FIGARO.—Por que, segundo você, o Ar condicionado Existe uma imprensa tão ruim em nosso país?
Charles Dennery.- Tem uma má imprensa em França e outros países não questionam nem ouvem. Em Singapura, o seu fundador, Lee Kuan Yew, decidiu equipar todos os edifícios públicos com ele porque era uma questão de produtividade administrativa. Em Espanha, nas últimas semanas, o governo de Pedro Sánchez (socialista) e a região de Madrid (à direita) culparam-se mutuamente pelos atrasos na introdução do ar condicionado nas escolas. Em África, no Magrebe, o ar condicionado é óbvio.
Em França, fora da orla do Mediterrâneo, há muito que é considerado supérfluo; No passado, estava quase certo. É fácil encontrar esses supermercados americanos ridiculamente climatizados a 16° quando está 35° lá fora, e dizer a si mesmo que essas unidades externas…



