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A dolorosa ciência do câncer que salvou minha vida

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Num hospital federal em Seattle, na década de 1960, os investigadores começaram a testar um novo tratamento importante em pacientes que estavam perto da morte por cancro no sangue: o transplante de medula óssea. Os primeiros resultados foram ruins, pois os pacientes morreram de complicações e complicações relacionadas ao tratamento, e não apenas ao câncer.

Trinta anos depois, um desses pesquisadores, o Dr. Rainer Storb, é médico sênior do programa de transplante de medula óssea do Fred Hutchinson Cancer Center, em Seattle – e eu, um novo paciente com leucemia, ouço-o explicar como o tratamento foi tão longe para salvar minha vida sem me matar.

O câncer existe há tanto tempo quanto os humanos e, na maioria das vezes, a luta contra ele é uma batalha perdida. Os tratamentos são óbvios e limitados: cirurgia que muitas vezes chega tarde demais, radiação que pode reduzir a doença, mas raramente a cura, e a falta de compreensão do que causa o desenvolvimento do cancro.

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