Sob o sol da meia-noite em um acampamento nativo em Yukon, no noroeste do Canadá, diz Kevin Arey Globo e correio tendo ficado surpreso quando, em julho de 2024, avistou um castor nadando no mar de Beaufort. Foi a primeira vez que ele viu este mamífero semi-aquático de água doce no Oceano Ártico.
“AGORA, continua este Inuit que controla os cursos de água perto de Tuktoyaktuk, no norte dos Territórios do Noroeste, “Eles estão por toda parte, em cada centímetro quadrado do delta” do rio canadense Mackenzie. Mas não só lá. O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) relata que mapeou mais de 12.000 lagoas de castores na tundra ártica do norte e oeste do Alasca, nos Estados Unidos. A sua presença na região está documentada desde a década de 1950 e aumentou significativamente desde então, especifica o jornal.
Essas regiões já foram bastante inóspitas para esses icônicos roedores canadenses. Mas, explica a mídia de Toronto, “O aquecimento da tundra tornou mais fácil a criação de arbustos e pequenas árvores. Isto criou um novo habitat para os castores, cujos lagos transformam ainda mais a terra.”
Paisagens perturbadas
Comparação de marcas de roedura em mamíferos



