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Mudanças climáticas, uma praga para quem é alérgico ao pólen

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Para as pessoas alérgicas ao pólen a estação é longa, até infinita. Espera-se que a tendência continue nos próximos anos, à medida que a exposição ao pólen for amplificada pelas alterações climáticas. É por esta razão que a floração começa mais cedo e os estames produzem mais pólen. E é também por isso que ocorrem mais eventos climáticos que transportam enormes quantidades de pólen, causando asma induzida por tempestades.

“Sintomas mais cedo e por um período mais longo”

Relatado no site Mãe Jones, Uma pesquisa realizada pela organização Climate Central em 198 cidades americanas mostra que em 87% delas a estação sem geadas prolongou-se em média 21 dias desde 1970 devido ao aumento das temperaturas.

“Algumas cidades, como Nashville, até ganharam um mês inteiro, e um estudo de 2022 conclui que até ao final do século poderão ter dois meses a mais do que hoje”, observa a revista americana.

Uma temporada mais longa, mas também uma maior quantidade de pólen. “As mudanças climáticas são a causa de uma maior quantidade de pólen na atmosfera (de acordo com um estudo em particular publicado em A Lanceta em 2019)”, confirma Paul Beggs,

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