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Cientistas encontraram acidentalmente um atalho para Marte

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Jacarta, CNN Indonésia

Um cosmólogo brasileiro descobriu acidentalmente uma maneira de reduzir o tempo de ida e volta da Terra Marte Apenas 153 dias ou cerca de cinco meses. É mais curto que a operação tradicional, que leva cerca de três anos.

Com a tecnologia atual, uma viagem a Marte levaria cerca de sete a dez meses. Na chegada, um astronauta Não é possível retornar à Terra imediatamente.

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A Terra e Marte estão idealmente posicionados para uma viagem com baixo consumo de combustível a cada 26 meses, então terão que esperar por uma janela de retorno. Isto significa que a viagem total de ida e volta pode estar próxima de três anos completos.

No entanto, novas descobertas publicadas em abril passado na revista Acta Astronautica abrem uma perspectiva diferente.

“Talvez isso mude a opinião de que são necessários mais de dois anos para chegar a Marte e voltar”, disse Marcelo de Oliveira Souza, da Universidade Estadual do Norte do Rio de Janeiro, principal autor do estudo. Ciência VivaTerça-feira (5/5).

Ele admitiu que descobriu esse método por acidente. Inicialmente estavam estudando a trajetória de um asteroide se aproximando da Terra em 2015, disse Marcelo.

Quando observaram um asteroide chamado 2001 CA21, que os dados iniciais rejeitaram por serem considerados imprecisos, perceberam que na verdade continha padrões geométricos que poderiam ser usados ​​para projetar rotas de viagens interplanetárias muito mais rápidas.

“É surpreendente para mim, eu não procurei por isso”, disse ele.

Souza usou um método de cálculo padrão chamado análise de Lambert, e então restringiu a trajetória da espaçonave para seguir a inclinação orbital do asteroide. Consequentemente, das três janelas de oposição de Marte que calcularam, ou seja, 2027, 2029 e 2031, apenas 2031 oferece uma oportunidade real com a tecnologia disponível hoje.

No cenário de 2031, o avião deixará a Terra em 20 de abril. A uma velocidade de cerca de 27 km/s, a sonda deverá chegar a Marte após 33 dias, passar cerca de 30 dias na superfície do Planeta Vermelho, depois retornar à Terra e pousar em 20 de setembro.

Assim, a viagem total de ida e volta da Terra a Marte é de 153 dias.

Souza identificou uma rota alternativa dentro da mesma janela, com velocidade de decolagem de cerca de 16,5 quilômetros por segundo e duração operacional de cerca de 226 dias, ou sete meses e meio, ainda menor que uma missão convencional.

Por exemplo, a velocidade necessária para esta rota alternativa é comparável à da nave espacial New Horizons da NASA. Quando lançada para uma missão de sobrevôo de Plutão em 2006, a New Horizons foi o objeto artificial mais rápido já lançado da Terra, viajando a 16,26 quilômetros por segundo.

No entanto, este conceito ainda não está pronto para implementação. O cenário mais rápido exigiria uma velocidade de decolagem de cerca de 27 km/s, um valor que nenhum foguete pode atingir atualmente.

Souza citou foguetes de próxima geração, como o Starship da SpaceX ou o New Glenn da Blue Origin, como candidatos que um dia poderão atender a esses requisitos.

(dmi/dmi)


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(Gambas: Vídeo CNN)


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