A análise de milhares de fotografias tiradas por pesquisadores e observadores amadores de todo o mundo permitiu localizar os cetáceos em dois locais separados por 14 mil km. Uma verdadeira surpresa mostrando possíveis trocas entre pessoas tão distantes.
Mais de 14 mil quilômetros separam o leste da Austrália do Brasil, e as mesmas baleias jubarte foram fotografadas com anos de diferença nesses dois pontos do mundo. “Uma distância recorde”Considere os autores de um estudo publicado quarta-feira na revista Ciência Aberta da Royal SocietyIsto mostra pela primeira vez uma possível mistura entre as populações reprodutoras das duas regiões mais distantes do sul.
Para os cientistas, “ Tais intercâmbios, embora sejam extremamente raros, poderiam, em última análise, contribuir para a diversidade genética e para a difusão das tradições de canto entre os povos do Hemisfério Sul.. “Este estudo revoluciona a nossa compreensão dos movimentos das baleias jubarte (Megaptera novanglia) »Olivier Adam, pesquisador da Universidade Sorbonne e diretor do Ocean Institute de Abu Dhabi, comenta.
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