A aventura espacial chega à faculdade Marciac com o concurso “Astronauta por um Dia”. Escolhido entre 3.000 candidatos, o aluno da 4ª série Adrien Oger subiu ao pódio e entrou no voo sem peso na aeronave Airbus A310 Zero-G. Uma aventura incrível. Encontrar.
No colégio Marciac, a aventura espacial ganhou este ano uma dimensão muito real. Com a iniciativa de Séverine Maillard, SVT e professora de física-química, dez alunos voluntários de 4e participar no concurso nacional “Astronauta do Dia”, organizado pelo Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES).
“Quando apresentei o projeto para dois alunos da 4ª sérieeImediatamente senti a curiosidade dos alunos”, disse a professora. A escolha não se baseia apenas no conhecimento científico. Acima de tudo, destacam a lógica, a organização, a cooperação e a capacidade de trabalhar em equipe.
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Durante várias semanas, quase 3.000 estudantes do ensino médio da academia de Toulouse participaram de três eventos online. Divididos em equipes formadas por alunos de diversas empresas, eles têm que resolver quebra-cabeças relacionados à área espacial. No final desta primeira etapa, apenas um Marciacais chegou à final, Adrien Oger.
No pódio
“Houve estresse, principalmente na seleção em Toulouse”, lembra o jovem estudante. “Durante certos eventos, competimos com outras equipes. Temos que ser rápidos e nos comunicar bem.”
No dia 25 de abril, no CNES e depois no Centro de Recursos para Esportes, Habilidades e Desempenho (CREPS) de Toulouse, os finalistas participaram de um teste físico inspirado em astronautas. A equipe de Adrien Oger subiu ao pódio, ganhando um prêmio incrível: uma viagem de avião no Airbus A310 Zero-G da Novespace.
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Nos dias 9 e 10 de junho, os alunos descobriram a sensação única da microgravidade. Uma experiência inesquecível, conviver com Jean-François Clervoy e Carmen Possnig, astronautas reserva da Agência Espacial Europeia.
“Foi a minha primeira vez num avião”, confidencia Adrien com um sorriso. “Mal podemos esperar para ficar sem peso a cada parábola. Quando você está flutuando, não sente mais nada.”
Para Séverine Maillard, esta aventura vai além do âmbito académico. “No início tive algumas preocupações porque a prova exige competências transversais. Mas hoje vejo mais espírito de equipa e autoconfiança nos alunos. E ser astronauta como Thomas Pesquet? Adrien Oger não fecha a porta: “Ainda não sei. Veremos.”



