“Na época dos dinossauros, enquanto Tiranossauro Rex o terror reinou na Terra, polvos gigantescos eram talvez os maiores predadores marinhos.” A crítica britânica Natureza não é o único a relatar essa descoberta: ao analisar fósseis encontrados no Japão e na ilha de Vancouver, no Canadá, os cientistas identificaram espécies de cefalópodes, já extintas, que podem atingir 19 metros de comprimento.
A publicação científica apareceu em 23 de abril em Ciência descreve-os com precisão. E o artigo dirigido ao público em geral que a revista americana lhes dedica intitula-se, em referência às criaturas fantásticas das lendas medievais escandinavas:
“Os ‘Krakens’ do tamanho de um trator já habitaram os oceanos.”
Bem preservado nos sedimentos calmos do fundo do mar, “Esses fósseis atrasam os primeiros espécimes conhecidos de polvos com barbatanas em cerca de 15 milhões de anos, e os primeiros polvos em si, em cerca de 5 milhões de anos, o que os coloca em cerca de 100 milhões de anos, nada menos, do que a nossa era”, afirma o comunicado de imprensa.
Desenvolvimento complexo do cérebro
As mandíbulas identificadas entre esses fósseis atuais “pequenos sinais de desgaste que revelam como estes animais se alimentavam”, o com continua



