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Teste de software: por que a IA não consegue realizar o pensamento causal – e como o QFD pode ajudar

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Neste episódio, Richard Seidl conversa com Thomas Fehlmann sobre Quality Function Deployment (QFD) e o papel do pensamento causal na era dos grandes modelos de linguagem. Ele discute como as empresas podem usar o QFD para criar benefícios tangíveis para os clientes e traduzir sistematicamente esses benefícios em testes de software.

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Thomas Fehlmann está oficialmente aposentado desde 2016 – teoricamente. Mas, na prática, ele continua sendo um pesquisador ativo e entusiasmado. Apresenta regularmente o seu trabalho em conferências internacionais, onde discute as suas descobertas com colegas e publica os resultados mais recentes. Originalmente, tópicos como Seis Sigma e controle de processos moldaram as carreiras científicas. Mas a sua curiosidade pela inteligência artificial (IA) regressou: trabalhou intensamente ao longo dos seus estudos – e manteve-se empenhado na disciplina, apesar de várias épocas de IA. Hoje, Thomas Fehlmann examina a questão de como os modelos de gráficos lógicos combinatórios podem ajudar a tornar mais compreensível o funcionamento dos modelos modernos de IA. O foco está em compreender como a IA funciona e o real valor agregado que ela cria para os usuários.

Esse formato tem tudo a ver com qualidade de software: seja automação de testes, qualidade em projetos ágeis, dados de teste ou equipes de teste – Richard Seidl e seus convidados analisam o que traz mais qualidade ao desenvolvimento de software.

A edição atual também está disponível no blog de Richard Seidl: “Por que a IA não pode fazer causalidade – e o QFD ajuda – Thomas Fehlmann”.


(maneiras)

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