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O bar Le Rouge et Noir reabre em Toulouse: a filha do patrão morto encontra uma carta do pai e decide assumir o estabelecimento.

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O bar Le Rouge et Noir de Toulouse renascerá após a morte de seu histórico gerente e seu fechamento em janeiro. Sua filha deve assumir a organização de rugby, orientando os desejos do pai antes de uma longa carreira.

Boas notícias para os torcedores do rugby de Toulouse: o Bar Le Rouge et Noir, na rue du Pont-Saint-Pierre, reabrirá suas portas. A morte do chefe histórico Michael precipitou o seu encerramento em janeiro passado. Sofrendo de câncer na coluna, ele morreu da doença em oito meses. Na falta de casamento ou união estável, Huguette, sua companheira com quem coadministrava o estabelecimento, foi legalmente excluída da herança, que pertencia por direito aos filhos de Michael.

O bar está localizado na 3 rue du Pont Saint-Pierre, no bairro de Saint-Cyprien, em Toulouse.
DDM-Mark Salvet

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Sua filha, Daphne Grimaud, fica assim no comando e pretende retomar a atividade com o marido. Porém, inicialmente, ele não quis empreender o empreendimento e planejou vender o local. “Eu não queria estar envolvida neste mundo, não era fã de rugby”, ela admite. “Acho que estou muito imerso nisso.”

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Mas uma descoberta, tão incomum quanto comovente, mudou sua escolha. “Ao desocupar o complexo, com meu filho, vi uma carta do meu pai”, conta. “Incluía seus últimos desejos, nos quais ele me pedia para ficar com o bar. Isso me chocou.” Então ela decidiu honrar o desejo dele.

Trabalhar de seis meses a um ano

Para homenagear a memória de Michael e da sua “instituição” onde nasceu, Daphne Grimaud pretende garantir uma certa continuidade. “Queria manter a história do rugby, mas de uma forma menos intensa”, diz ele. Ela planeja transmitir partidas de rugby. “Até meu marido gosta de fazer isso em jogos de futebol”, acrescenta ela.

O estabelecimento assume o ambiente de um bar atmosférico, aberto de quarta a sábado, a partir das 17h. 1h, com tapas à la carte. A icônica decoração será redesenhada com inúmeras pinturas do local e camisas antigas de colecionador. Mas Daphne Grimaud insiste que a fachada com a inscrição “Le Rouge et Noir” não se move.

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O bar não poderá reabrir tão cedo, pois há muito trabalho a ser feito primeiro. “Vai demorar entre seis meses e um ano. Tal como está, já não está à altura, temos de refazer a electricidade, a canalização, etc.”, explica.

Assim, este projeto poderá preencher o vazio deixado após o encerramento desta marca icónica, que é um verdadeiro refúgio para muitos fãs do Baile Oval.

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