Perdendo por um gol e dois gols em duas partidas, os bávaros não receberam pênalti após uma bola de mão do parisiense João Neves em sua grande área. Explicação.
Paris está quente. E as decisões de João Pinheiro certamente farão com que as pessoas falem, seja qual for o resultado. Na frente do placar após oOusmane Dembélé marcou o gol inauguralOs parisienses podem ter sofrido dois grandes golpes numa difícil primeira temporada, na segunda rodada da Liga dos Campeões.
O primeiro veio pouco antes da marca de meia hora. Aos 29 minutos de jogo, os bávaros tentaram o contra-ataque, e Konrad Laimer colocou a bola nas mãos de Nuno Mendes, na posição de último defesa. Mas o árbitro não apitou. Felizmente para o PSG, porque o português já recebeu cartão amarelo e poderia (deveria?) ter sido expulso…
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O que o processo diz?
Outra situação ocorreu poucos minutos depois: após passe na sua área, Vitinha tentou retirar a bola, mas ela chutou direto para o companheiro João Neves, que tocou na bola com a mão e tirou-lhe. Os bávaros exigiram imediatamente uma grande penalidade e o quadro era claro: a mão portuguesa era indiscutível.
No entanto, os homens de Vincent Kompany não foram penalizados… e de acordo com os regulamentos do IFAB, foi uma decisão inteligente tomada por João Pinheiro. Uma das regras do jogo estabelece que, basicamente, se a mão de um jogador toca a bola após chutar um companheiro, “não é uma mão (a menos que a bola vá diretamente para o gol do adversário ou se o jogador entrar imediatamente depois, caso em que um tiro livre será concedido diretamente à outra equipe)”. Os parisienses estão bem e podem agradecer ao líder pelo conhecimento das regras.



