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Copa do Mundo de 2026: Brasil se recupera ao vencer o Haiti, primeiro país eliminado

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Atacado pelas críticas após o empate contra o Atlas Lions, a Seleção se recuperou graças a Vinicius Jr e uma dobradinha de Matheus Cunha. Os brasileiros estão à frente dos marroquinos no saldo de gols.

Carlos Ancelotti consegue respirar: o Brasil finalmente lançou seu Copa do Mundo ao vencer a heróica mas limitada seleção haitiana (3-0), sexta-feira, na Filadélfia, e conquistou o primeiro lugar do Grupo C, em Marrocos, derrotando mais cedo a Escócia.

Derrotada pela disciplina após o empate (1 a 1) com o Atlas Lions, a Seleção se recuperou graças à dobradinha de Matheus Cunha (23º, 36º) e Vinicius Jr (45º + 3) e está à frente dos marroquinos no saldo de gols (+ 3 contra + 1) enquanto aguarda o último jogo contra a Escócia, quinta-feira, em Miami.

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Um empate será suficiente para garantir uma das duas primeiras vagas do grupo, do qual o Haiti já foi eliminado, sem poder enfrentar a Escócia na terceira colocação.

Rascunho da ordem de jogo

Para esta segunda partida, Carlo Ancelotti escolheu Danilo para Ibanez na direita e Matheus Cunha para Igor Thiago no ataque. Uma estratégia vencedora, pois Danilo acertou bem no lado esquerdo e Cunha foi um veneno para a defesa adversária.

Depois de um início de jogo confuso, a Seleção assumiu o controle. Cunha abriu o placar pouco antes dos 15 minutos ao receber cruzamento de Vinicius Jr que foi desviado pelo goleiro haitiano Johny Placide e tocado pelo zagueiro Hannes Delcroix (23). A estrela do Real Madrid tornou-se jogador de futebol ao penetrar no jogador do Manchester United, que marcou com um grande remate (36º), antes de marcar ele próprio o segundo golo do jogo, feito no meio por Lucas Paquetá (45º+3).

No segundo tempo, Gabriel Martinelli, que acabou de entrar, nocauteou (rebateu cruzado, aos 69), assim como Douglas Santos (rebateu acima, aos 77) e Endrick, também fora do banco, que marcou, mas foi sinalizado (78). Única desvantagem, Raphinha, que recuperou a voz, se machucou no final do primeiro período e foi substituído por Rayan (40º).

Fim do jogo para o Haiti

Por esta “O Graal virá num prato”segundo seu técnico Sébastien Migné, em um estádio lotado (68.324 espectadores) e com ambiente acolhedor, os Granadeiros têm a missão de“Levante-se para o trabalho” de um inimigo espião e “Empurre seus limites” pelo retorno à Copa do Mundo após 52 anos de ausência (três derrotas em 1974). Mas apesar das suas qualidades técnicas e físicas, mostram-se intelectualmente limitados e muitas vezes fazem escolhas erradas.

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Migné também fez duas mudanças no time titular, com Jean-Kévin Duverne no meio no lugar de Louicius Deedson e o extremo do Auxerre, Josué Casimir, no lugar de Wilson Isidor. Ele optou por uma formação bastante defensiva com cinco zagueiros e um atacante líder Frantzdy Pierrot.

Casimir é o mais famoso pelo lado direito, mas o centro não viu ninguém (42º), enquanto o lado esquerdo de Nancy Martin Expérience segurou bem Raphinha e depois Rayan. No contra-ataque, Wilson Isidor voltou e foi imediatamente perigoso com um chute bloqueado após receber passe ruim de Danilo (48’). As melhores oportunidades haitianas vieram de uma cabeçada que não passou de escanteio de Ricardo Adé, encaixotada por Alisson (61º) e um remate longo de Dominique Simon que foi defendido pelo goleiro brasileiro (90º + 3). Depois de duas derrotas (1 a 0 para a Escócia), o Haiti enfrentará novamente o Marrocos na quarta-feira, em Atlanta, antes de deixar o torneio.

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