APRENDIZADO – Amado pelos companheiros e respeitado pelos adversários, o brasileiro não precisa gritar ou berrar com sua tropa para aceitar seu papel de líder.
Roy Keane, Sergio Ramos, Zlatan Ibrahimovic… Líderes que choram, que repetem, que inspiram. Marquinhos não é isso. Muito pelo contrário. Contra a corrente, o brasileiro se consolidou no PSG como um líder equilibrado, um homem calmo, versátil e gentil. O brasileiro de 31 anos (104 pontos, 7 gols) conquistou o direito de ser diferente, à sua maneira, ao longo do tempo e mantendo-se fiel a si mesmo.
«Chegou muito (2013, aos 19 anos, Nota do Editor). Ele presta atenção, trabalha, sempre ouve seus treinadores e companheiros. É assim que você configura. Sinto muito, tenho muito carinho por esse menino», juiz Luis Fernandez, chefe do PSG venceu o campeonato francês em 1986. Ele não é o único. Este apego é amplamente partilhado pelos apoiantes parisienses, como os seus colegas, dirigentes ou funcionários. E os inimigos o respeitam. Recorde-se que “Marqui” herdou a braçadeira em 2020, sob o comando de Thomas Tuchel…



