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“Tatort: ​​​​Kings of the Night”: episódios de nível hollywoodiano – migração em foco

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“Tatort” dá início às férias de verão com um thriller policial que estabelece padrões em termos de encenação e temática. A conclusão do filme também é obra de um diretor de Hollywood.

Um mensageiro de bicicleta visivelmente instável entra em um prédio alto. Um estranho vazio envolve os corredores de um moderno complexo residencial. As caixas de pizza da mulher tremem quando ela pega o elevador até o 23º andar e pousa em frente a um apartamento de cobertura que toca baixo. Um visitante surpreso abre a porta para ela e começa uma conversa – mas ela tem que sair rapidamente e entregar sua entrega de comida.

É o início do suíço “Tatort: ​​​​Kings of the Night”, o último thriller policial de domingo antes das férias de verão excepcionalmente longas, que vão até setembro. A dupla de detetives Tessa Ott (Carol Schuller) e Isabelle Grandjean (Anna Pierre Zuercher) aborda um caso que às vezes parece opressivo, emocional e dá reviravoltas surpreendentes que florescem em sua produção emocionante.

A jovem, que fugiu da Etiópia para a Suíça, não tem autorização de residência e trabalha ilegalmente disfarçada de amiga. Moya Alemu, interpretada por Nambitha Ben-Mazvi, constitui a base de uma história que gira em torno da exploração, da desumanidade e dos efeitos devastadores da migração.

Quando Moya vê os seguranças saindo do prédio, ocorre uma cadeia fatal de eventos. Ela encontra um esconderijo e se tranca. Enquanto procura uma fuga, ela vê dois homens se desfazendo de um cadáver totalmente coberto com roupas de proteção. Ela então escapa por pouco de dois homens mascarados – e é atormentada por dúvidas porque não alerta a polícia devido à falta de acomodação.

O corpo pertence a Ruven, uma trabalhadora sexual de 22 anos da Macedônia. A primeira pista leva a uma possível chantagem, mas depois de um tempo o amigo do motoboy é atraído e morto em uma emboscada. Ott e Grandjean estão agora investigando outro caso de assassinato – e percebem que precisam questionar suas próprias crenças e certezas.

A cena central deste romance policial, extraordinário em muitos aspectos, é o conflito na delegacia. Nestes poucos minutos, o filme consegue algo que raramente consegue: semeiam-se dúvidas – na narrativa, nos protagonistas envolvidos e no público, que fica cada vez mais pensativo à medida que assiste. Porque dentre uma série de pessoas que Moya conhece, ela escolhe Justus Rainier (Basil Edenbenz), que acaba de começar como especialista em informática na sede da polícia e está trabalhando no caso.

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