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A estrela de “Rosenheim Cops”, Marisa Burger, admite abertamente: “Eu era uma criança não amada”

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Em sua biografia, Marisa Burger dá uma visão pessoal de sua infância – e também fala abertamente sobre o difícil relacionamento com o pai.

Em sua biografia “Nunca se esqueça de como era seu coração no início: com coragem de seguir seu próprio caminho”, Marisa Burger relembra sua infância com uma honestidade brutal – e criou uma ideia que a chocou: “Eu era uma criança mal amada”.

Marisa Burger sobre infância

Ele foi profundamente afetado por seu relacionamento com seu pai por muito tempo. Enquanto trabalhava em seu livro, ele conversou com sua madrinha sobre seus primeiros anos – e pela primeira vez encontrou as palavras emocionantes que carregava dentro de si.

Hoje ele vê esta frase de uma forma mais ambígua: “Essa é uma acusação ruim. E certamente não era. Meus pais me amavam. Eles estavam muito presos em suas restrições e medos”.

Uma frase ficou profundamente gravada na memória: “Só quem cria algo tem valor”. Esse princípio causou muita pressão sobre ele desde o início – um constante senso de urgência, sempre em frente, nunca parando.

Esta turbulência interior acompanhou-o durante muitos anos. Olhando para trás, Burger escreve que sempre se esforçou – talvez uma das razões pelas quais, na sua opinião, ele fala tão rapidamente.

Marisa Burger (esq.) como Miriam Stockl. ZDF/Linda Gschwentner

Ator de “Rosenheim Cops” sobre rebelião e desejo de agradar

Marisa Burger, que criticou as medidas de austeridade implementadas pela “Polícia de Rosenheim”, sentiu desde cedo um conflito interno: a vontade de sair e seguir o seu próprio caminho – e ao mesmo tempo a necessidade de agradar. Acima de tudo, ele queria fazer justiça aos seus pais.

Sua decisão de continuar atuando não foi totalmente apoiada. Sua mãe, por exemplo, ainda prefere assistir “Rosenheim Cops” quando a filha não está à vista.

Anos depois, Burger tentou encontrar uma maneira de conversar e escreveu uma carta ao pai. Nele ele explicou como viveu sua infância e o que desejaria dela. Ele nunca obteve uma resposta. Quando ele a encontrou novamente mais tarde, ela ficou na frente dele em silêncio, com lágrimas nos olhos. Um gesto silencioso para Burger: ele havia lido a carta.

Hoje, Marisa Burger relembra sua infância de uma forma mais indulgente. Aprendeu a entender os limites dos pais e a fazer as pazes com as coisas que vivenciava.

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