Em seu último trabalho, “Wetten, dos…?” Mike Krueger, que reclamou do Takeover, usa uma hipérbole irônica para expressar sua rejeição ao gênero. Ele se dirige diretamente aos proponentes: “Escutem, discípulos do gênero, deixem-me dar-lhes um conselho: falem como sempre fazem, então sairemos impunes…” Em seu texto, Kruger visa principalmente o que ele vê como as inadequações dos novos neologismos.
Usando exemplos como “Hosenträgerin” ou “Am-Berg-Stteigenden” ele tenta mostrar a falta de lógica nas formulações como “Bild”. As referências de género na vida quotidiana, como o “preenchimento interno” num produto de uma loja de ferragens, também podem servir como ponto de partida para o ridículo: “Agora pensei que o transgenerismo tinha realmente ido longe demais. (…) Os vendedores deveriam finalmente ser claros sobre os nomes dos seus produtos.”



