Brigitte Macron: “Às vezes fico mais triste do que nunca”
de Antonio Mastroianni
29 de abril de 2026, 20:24 O relógio
29 de abril de 2026 às 20h24
Numa rara entrevista, Brigitte Macron oferece insights sobre como quase 10 anos no Palácio do Eliseu a mudaram.
Em 2017, Brigitte Macron (73 anos) tornou-se a “Première Dame” da França depois que Emmanuel Macron (48 anos) foi eleito presidente pela primeira vez. Agora, depois de dois mandatos, a presidência está lenta mas seguramente a chegar ao fim. Um momento para Brigitte Macron fazer uma pausa: recentemente deu uma entrevista ao jornal dominical “La Tribune Dimanche”, na qual falou surpreendentemente abertamente sobre o que viveu nos últimos anos no Palácio do Eliseu.
Macron admitiu: “Às vezes é difícil para mim ver o céu azul. Em francês, “céu azul” significa literalmente positivo. Atualmente, ela está mais pessimista do que antes: “Eu costumava ter uma vida normal, filhos, trabalho, altos e baixos como todo mundo.”
Brigitte Macron foi vítima de calúnias muitas vezes
Embora a primeira-dama de França seja uma das figuras políticas mais populares do país, ela ainda recebe regularmente comentários maliciosos online. As falsas acusações sobre a sua personalidade e a sua relação com o presidente, que é 25 anos mais novo que ela, têm sido especialmente persistentes.
O que está acontecendo: Brigitte Macron é realmente um homem. Esta absurda notícia falsa foi especialmente divulgada pela teórica da conspiração de direita americana Candace Owens. Macron está tomando medidas legais contra isso e um processo por difamação está em andamento.
A primeira-dama francesa também levou outros agitadores a tribunal – com sucesso. No início do ano, oito homens e duas mulheres foram condenados por cyberbullying a Macron. A sua filha, Tiphaine Auzière, testemunhou então em tribunal que não só a sua mãe, mas toda a família teve de suportar insultos constantes.
“Eu vi a escuridão do mundo” – Brigitte Macron é bastante franca
Na entrevista, Brigitte Macron revelou o quanto a humilhação dos últimos anos a afetou: “Vejo a escuridão do mundo, a estupidez, o mal. Ela registrou suas experiências em um diário que não mostrou a ninguém, inclusive ao marido.



