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900 reclamações: emissora de TV criticada por entrevista com Mette Epstein

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“Absoluta porcaria”

900 reclamações: emissora de TV criticada por entrevista com Mette Epstein

A entrevista de Mette-Marit sobre sua conexão com Epstein gerou muitas críticas de telespectadores e especialistas. Agora a emissora tem que se justificar.

  • No vídeo acima você confere o que Mette-Marit disse sobre Epstein na entrevista.

A entrevista da princesa Mette-Marit (52) à estação de televisão norueguesa “NRK” sobre seu relacionamento anterior com Jeffrey Epstein (†66) causou muitas críticas. A conversa, gravada em 19 de março de 2026 e transmitida um dia depois, recebeu enorme feedback negativo de especialistas e telespectadores – mais de 20% das reclamações recebidas estavam relacionadas a ela. Na quarta-feira (29 de abril), a “NRK” deverá fazer uma declaração perante o Conselho de Radiodifusão.

Conforme noticiado pelos portais “Kampanje” e “M24”, o tema foi o foco do encontro. No total, a emissora recebeu 901 reclamações desde a última consulta, em fevereiro, sendo 193 sobre a entrevista acima.

Críticas à entrevista de Mette-Marit com Epstein

A entrevista de Mette-Marit ao “NRK” foi criticada por falta de independência jornalística. O motivo, entre outros, foi a acusação de que a emissora de televisão teria enviado perguntas ao casal príncipe herdeiro com antecedência.

Telespectadores e especialistas também reclamaram que a conversa foi conduzida de forma não crítica, muitas das respostas do Príncipe Herdeiro pareciam evasivas, mas quase não houve seguimento. Segundo os críticos, a entrevista resultante deu mais a impressão de uma forma de relações públicas do que de uma pesquisa jornalística. No geral, a entrevista foi considerada desequilibrada, pouco informativa e demasiado acrítica porque as questões principais permaneceram sem resposta.

“Onde diabos estão as questões importantes? Realismo? Isso não nos dá nenhuma informação nova – que pena!” por exemplo, criticou um telespectador que acompanhava a “TV 2”. Outra denúncia citada por M24 afirmava: “Na minha opinião, a NRK falhou na sua missão social neste caso ao aceitar as condições muito estritas estabelecidas pela família real para esta entrevista”. Portanto, o resultado é “uma porcaria completa”.

Mette-Marit da Noruega em 24 de março de 2026 Foto de POOL DIDIER LEBRUN/BELGA MAG/Belga/AFP via Getty Images

O remetente não se sente culpado

Apesar das grandes críticas, a “NRK” continuou o seu trabalho e enfatizou que preparou a entrevista com cuidado. A equipe editorial ressalta que as questões disponíveis foram selecionadas deliberadamente e a entrevista foi conduzida de forma profissional.

A diretora especialista Sofie Gran Aspunvik explicou à “TV 2”: “Fizemos as perguntas que consideramos mais importantes e, se necessário, fizemos perguntas de acompanhamento. É claro que queríamos mais tempo, o que nos daria a oportunidade de fazer mais perguntas e ir ainda mais fundo. É natural que muitas pessoas estejam interessadas nesta entrevista e muitas pessoas tenham opiniões sobre ela.”

O Conselho de Radiodifusão discute o caso de Mette-Marit e Ingrid Alexandra

No entanto, essa desculpa não serve de nada para a emissora: “NRK” ainda está sob críticas e tem de falar ao Conselho de Radiodifusão sobre a entrevista com o Príncipe Herdeiro Mette-Marit, bem como sobre outros temas, incluindo as atividades nas redes sociais da Princesa Ingrid Alexandra (22).

Em fevereiro de 2026, ela postou uma declaração pessoal na mídia e criticou-a publicamente em uma conta privada do Instagram, que também foi objeto de discussões. O objetivo é esclarecer como os meios de comunicação devem lidar com o conteúdo dos espaços online privados ou fechados de figuras públicas. O Conselho de Radiodifusão precisa esclarecer se a “NRK” cumpriu as suas obrigações de devida diligência jornalística neste caso.

Com material da Dana Press

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