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Tipo de sangue híbrido mais raro encontrado na Tailândia: 3 pessoas estudam em um estudo massivo de 544.000 amostras

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Uma estranha descoberta médica surgiu na Tailândia e está atraindo a atenção da comunidade científica internacional. Foi relatado que pesquisadores que analisaram centenas de milhares de amostras de sangue encontraram algo que não se enquadrava nas categorias conhecidas. Não havia A, B, AB ou O no sentido usual. Não era nem uma variante normal. Em vez disso, parece ser um tipo de sangue “híbrido”, algo tão raro que apenas um punhado de pessoas registradas o carrega.A doença, associada ao que os cientistas chamam de fenótipo B(A), foi encontrada em apenas três indivíduos em mais de meio milhão de amostras. Isso não é raro. É invisível para o público. Pode revelar camadas ocultas da biologia humana que os especialistas dizem que os exames de sangue de rotina não detectam facilmente.E uma pergunta silenciosa pairou no fundo. Quantos outros estão assim sem perceber?

Tipo de sangue híbrido B(A) mais raro do mundo identificado em estudo tailandês

Alegadamente, a descoberta não veio de uma caça planejada por sangue raro. Vem de uma triagem de rotina. Pesquisadores tailandeses analisaram 544 mil amostras de sangue coletadas de doadores e pacientes hospitalares ao longo de vários anos. A escala era enorme. A maioria das amostras teve o desempenho esperado durante o teste. O estudo foi publicado em Ciência da veia e aféreseTítulo, ‘Um novo grupo sanguíneo de alelo B (A) encontrado em anomalias do grupo ABO de doadores e pacientes durante avaliação retrospectiva em um hospital de alto nível’, cerca de 396 amostras de pacientes mostraram o que os médicos chamam de diferenças ABO. Ou seja, os glóbulos vermelhos e o plasma não concordaram com o resultado do tipo sanguíneo. Na maioria dos casos, houve explicações simples, como os efeitos do tratamento médico ou alterações temporárias nos indicadores sanguíneos.Ainda assim, alguns exemplares se destacaram. E entre eles, apenas três pessoas carregavam algo muito incomum. O fenótipo B(A). Um caso apareceu em um paciente. Dois foram encontrados em doadores. Só isso já fez os pesquisadores hesitarem. É muito incomum ver o mesmo padrão incomum aparecendo em grupos diferentes.

Como os indicadores de açúcar nos glóbulos vermelhos determinam o tipo sanguíneo de uma pessoa

Os tipos de sangue humano são baseados em pequenas moléculas de açúcar nos glóbulos vermelhos. Eles atuam como marcadores do sistema imunológico. O tipo A tem uma estrutura, o tipo B outra, AB carrega ambas e O não. O fenótipo B(A) fica estranho entre as categorias.É tecnicamente sangue B, mas com uma diferença. Uma mutação no gene ABO altera ligeiramente a enzima responsável pela construção desses açúcares superficiais. Como resultado, o sangue ainda é classificado como B, mas apresenta fraca atividade “semelhante a A”.O resultado é o que os cientistas chamam de diversidade. Os testes não concordam completamente com o que veem. Quando os médicos confirmam repetidamente a compatibilidade, as transfusões de sangue podem ser reduzidas. Especialistas apontam que esta é uma das áreas onde a biologia não se enquadra bem no quadro dos livros didáticos.

Quantas diferenças sanguíneas ocultas podem ser detectadas em um exame de rotina?

À primeira vista, isso parece uma curiosidade científica. Algo incomum. É quase um tratamento médico. Os sistemas circulatórios dependem da precisão. Se o teste de tipo sanguíneo não for claro, os hospitais precisarão de mais testes. Em situações de emergência, esse atraso é necessário.A descoberta do tipo sanguíneo B(A) sugere que os testes de rotina podem não detectar todas as variantes. Algumas diferenças são muito sutis. Eles são colocados abaixo da superfície do filtro padrão.Também levanta outro pensamento. Se há uma rara exceção, outras também podem. Os especialistas acreditam que pode haver muitos tipos sanguíneos ocultos à espera de serem identificados, especialmente numa população grande e geneticamente diversa.

A mutação genética por trás de um tipo sanguíneo raro mostra a complexidade do sistema ABO

Após extensa análise, os pesquisadores identificaram quatro mutações raras no gene ABO. Este gene controla a enzima que constrói marcadores de grupos sanguíneos. As mudanças parecem alterar ligeiramente o comportamento da enzima. Não basta mudar completamente o tipo sanguíneo. Mas é o suficiente para atrapalhar os testes regulares.Os cientistas acreditam que este tipo de descoberta ajudará a preencher as partes que faltam na biologia humana. Também apoia a ideia de que os sistemas de grupos sanguíneos são mais complexos do que os oito tipos conhecidos.

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