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“O véu que cobre meu rosto é uma morte lenta”: seis mulheres contam à Figaro Magazine sobre sua vida sob a teocracia misógina do Talibã

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TESTEMUNHOS – Depois de anos no Afeganistão, partilhando o quotidiano de mulheres e homens que por vezes se tornaram amigos íntimos, a fotógrafa e jornalista Sandra Calligaro entrega cartas que parecem actos de resistência.

Em uma galáxia de alienígenas falantes do AfeganistãoSandra Calligaro é uma voz inestimável. Graças aos longos anos que ali passou, partilhando o quotidiano de mulheres e homens que por vezes se tornaram amigos íntimos, documentando pacientemente uma vida turbulenta. pela guerraataque, mudança de regime, desastres naturaistemperada com tantas risadas, beleza e sonhos. Mas também e sobretudo pela humanidade e decência com que recriou este modo de vida, procurando o rigor sobre a informação, disposto a sair do seu caminho, sempre atencioso, observador, na devoção à sua arte e às pessoas que lhe abriram as portas e os corações. Mais do que uma jornalista que fez grandes filmes sobre o Afeganistão e ilustrou inúmeros artigos de imprensa, Sandra Calligaro é uma artista cujo trabalho testemunha uma paixão sincera e de longa data.

As cartas dos afegãos que ele coletou eram os documentos necessários…

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