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Impacto do Super El Niño na Ásia: A ameaça de um “Super El Niño” surge rapidamente em toda a Ásia. Isto poderá aumentar a fome, as crises energéticas e a instabilidade económica nos próximos meses. O fornecimento de petróleo e gás já foi afectado devido às tensões no Médio Oriente. Porque o combustível é caro atualmente devido ao aumento do calor. A procura de electricidade está, portanto, a aumentar rapidamente. Isto pode levar a cortes de energia e a uma crise energética mais profunda. Condições como secas, chuvas irregulares e inundações também podem causar grandes danos às culturas. Isso reduz a produção de alimentos e aumenta a inflação. Isto terá um impacto direto nas carteiras e na vida das pessoas comuns. Em particular, os pobres e a classe média podem ser os mais afectados. (Todas as imagens PTI)
Hoje, a Ásia encontra-se numa conjuntura em que as crises parecem emergir simultaneamente de várias direcções. Por um lado, as actuais tensões no Médio Oriente já estão a afectar o abastecimento de energia, enquanto, por outro, a ameaça de um “Super El Niño” aproxima-se. Este é um acontecimento alarmante que poderá afectar as vidas, as economias e a segurança alimentar de dezenas de milhões de pessoas. O calor extremo, a seca, as inundações e a crise energética combinam-se para conduzir a uma grande crise na região.
De acordo com o Japan Times, se quisermos acreditar nos especialistas. Se o fenómeno El Nino ocorrer de forma grave, as temperaturas em muitos países asiáticos também poderão atingir níveis recordes. Isto afectará directamente a procura de electricidade, uma vez que as pessoas utilizarão mais energia para arrefecimento. Mas o problema é que o fornecimento de energia já está interrompido. Este é especialmente o caso do petróleo e do gás. Nesta situação, o risco de cortes de energia, o petróleo caro e a pressão económica aumentarão ainda mais.
O El Niño é um fenómeno climático natural que ocorre com intervalos de poucos anos, mas desta vez espera-se que seja “super”, o que significa que os seus efeitos podem ser mais generalizados e graves. Este fenômeno altera a pressão do ar. a temperatura da água do mar e os padrões de chuva causando secas em algumas áreas e chuvas fortes em outras. Este desequilíbrio pode se tornar o maior desafio para a Ásia.
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O seu impacto será visível primeiro no sector da energia. O fornecimento de petróleo e gás já foi afectado devido às tensões no Médio Oriente. Se a temperatura aumentar novamente, a demanda por eletricidade poderá disparar. Especialistas dizem que isso colocará uma enorme pressão sobre a rede energética. E muitos países poderão ter de cortar ou alocar energia. Isso afetará tanto a indústria quanto o público em geral.
Nuvens de crise também aparecem sobre a geração de energia hidrelétrica. Muitos países da Ásia, especialmente o Sudeste Asiático e a região do Himalaia. Depender da energia hidroeléctrica para produzir electricidade Mas no caso de seca, o nível da água no rio pode diminuir porque a produção de electricidade diminuirá. Isto poderá agravar a crise energética, como já se viu anteriormente em alguns países.
Esta situação pode ser ainda mais grave para o sector agrícola. A seca e as chuvas irregulares podem destruir as colheitas. Os preços dos fertilizantes e dos combustíveis já aumentaram à medida que os custos para os agricultores aumentam. Se a produção diminuir e os custos aumentarem, os preços dos alimentos também poderão aumentar. Isto afetará diretamente os pobres e a classe média. Isto pode aumentar o risco de fome.
Por outro lado, existe o risco de chuvas fortes e inundações em algumas áreas. O sul da China e partes do Sudeste Asiático sofrem fortes chuvas repentinas durante o El Nino. Por causa disso, as colheitas podem ser destruídas e as infra-estruturas podem ser danificadas. Ou seja, tanto uma situação de seca, por um lado, como uma situação de inundação, por outro lado, aumentarão as perdas económicas.
As alterações climáticas tornam toda esta situação mais complicada. Os cientistas ainda não compreendem totalmente como o aquecimento global afeta o El Niño. Mas é evidente que o aquecimento global está a intensificar-se. Nesta situação, os especialistas aconselham que os países devem tornar os seus sistemas energéticos diversificados e sustentáveis. Alternativas como a energia solar e eólica podem constituir uma forma de evitar tais crises no futuro.



