RELATÓRIO – Uma semana após o ataque a uma freira francesa no Monte Sião, Israel minimizou o impacto do fenómeno para tranquilizar os evangélicos americanos, sem tranquilizar a comunidade cristã.
Era um pouco antes das 18h. Terça-feira, 28 de abril, quando Irmã M. da ordem Dominicana cruzou as portas do Mosteiro Beneditino da Assunção no Monte Sião. No vídeo de vigilância, ele se afasta, colidindo com o muro sul da Cidade Velha, quando de repente, um pedestre aparece a toda velocidade, para bateu violentamente na freira e a jogou no chão. O homem saiu e depois mudou de ideia. Ele atacou sua vítima novamente e chutou-o no rosto, enquanto ele ainda estava caído no chão. “Felizmente, o pior foi evitado e sua irmã ficou apenas levemente ferida, mas ainda está em estado de choque”. reação do Ir. Olivier Poquillon, diretorFaculdade Bíblica de Jerusalém (EBAF), onde a freira se tornou pesquisadora.
O incidente causou agitação em França e no estrangeiro, e embaraçou Israel, que facilmente se apresenta como o país mais seguro para os cristãos no Médio Oriente. O Consulado Geral da França em Jerusalém fez exatamente isso “estritamente” condenar este ataque…



