Este ataque, o mais recente de uma longa série de ataques, ilustra a intensificação da ofensiva da Rússia no Donbass. Entre ataques aéreos, drones e a crescente pressão militar, o próximo verão poderá determinar o destino do último reduto da Ucrânia nesta região cobiçada pelo Kremlin.
Cinco mortos, corpos na calçada, carros pegando fogo e maus presságios. No dia 5 de maio, a cidade Kramatorsk é um dos principais alvos ataque massivo lançado pela Rússia na Ucrânia no dia 5 de maio.
Uma operação que na verdade cancelar o toque de recolher unilateral recentemente decidido Volodimir Zelensky e promete causar reações adversas durante o cessar-fogo anunciado por Vladimir Putin neste fim de semana, no aniversário da vitória sobre a Alemanha nazista, em 9 de maio.
Um dia depois do ataque, no centro da cidade, as autoridades e os serviços municipais ainda estavam a limpar os escombros e a retirar os destroços do primeiro carro em frente aos edifícios destruídos. Na calçada e nas paredes, vestígios de sangue seco.
Bombas e drones controlados remotamente
Os moradores, cansados e habituados, passavam sem prestar muita atenção, enquanto o céu continuava a roncar, entrecortado por bombas e outros drones que atingiam constantemente Kramatorsk e as aldeias vizinhas.



