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Drones e dromedários: no deserto da Mauritânia, meharis enfrentam terroristas islâmicos

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RELATÓRIO – No coração do Saara, na fronteira com o Mali, que foi vítima dos avanços islâmicos na capital Bamako, a Mauritânia ressuscitou os Méharis. Estes soldados da Guarda Nacional montam camelos durante semanas para recolher informações, cavar poços e ajudar as comunidades mais remotas para que não caiam nas mãos de terroristas.

Riscando a areia ocre com os pezinhos, um besouro fugiu a toda velocidade. Bem acima dele, um drone zumbiu. Então, como se saíssem de uma fenda no espaço-tempo, eles apareceram: 20 soldados montados em camelos. Kalashnikov nas costas, eles avançam Saarasem nenhum som. Eram méharistes, cavaleiros da Guarda Nacional da Mauritânia, que atravessaram o deserto, classificado como zona vermelha pelo Quai d’Orsay, que teme ataques jihadistas vindos do exterior. Mali muito perto e fervendo. Tribos tuaregues da Frente de Libertação Azawad, que se aliaram ao grupo islâmico Jnim para tomar as principais cidades do norte, vivem nas proximidades e usam esta parte do Saara mauritano como refúgio. Para essas pessoas, o que importa é prevenir ataques e detectar, por meio de inteligência, invasões maliciosas. “Os drones nos ajudam a ver longe, os camelos nos ajudam a nos mover silenciosamente”, resumiu o comandante Sidi Mohammed Hanafi

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