Confrontos esporádicos entre manifestantes e polícia em Nairobi. “Todas as estradas bloqueadas foram desobstruídas e agora podem ser utilizadas com segurança”, garantiu o ministro da Administração Interna.
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Um movimento social que se transformou em uma tragédia. Quatro pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas na segunda-feira, 18 de Maio, no Quénia, na violência que ocorreu num dia de greves nos transportes públicos e protestos contra os recentes aumentos dos preços dos combustíveis, anunciou o Ministro do Interior, Kipchumba Murkomen.
Em Nairóbi, capital do país, ocorreram confrontos esporádicos entre manifestantes e a polícia, disseram jornalistas da AFP. “Todas as estradas bloqueadas foram liberadas e agora podem ser usadas com segurança”garantiu o ministro.
Kipchumba Murkomen culpou a violência “mau político” ter “criminosos mobilizados” por isso atacam propriedades públicas e privadas ou propriedades pertencentes a apoiantes do governo. A greve foi lançada por uma aliança de players do setor dos transportes, que se comprometeu a bloquear todo o trânsito, na sequência de um novo aumento, em 14 de maio, decidido pelo governo, dos preços dos combustíveis nos postos de gasolina. O óleo diesel aumentou 23,5%.
Desde o início do conflito no Médio Oriente, o governo queniano aumentou os preços da gasolina em 20%. Enquanto isso, os preços do diesel subiram 45,8%.



