Home Notícias O primeiro-ministro do Senegal rejeitou apelos por uma moratória sobre leis que...

O primeiro-ministro do Senegal rejeitou apelos por uma moratória sobre leis que endurecem as penas para relações homossexuais

5
0

O político denunciou esta sexta-feira perante os deputados senegaleses a “tirania” do Ocidente que, disse, quer “impor a homossexualidade a todo o mundo”.

Publicado


Tempo de leitura: 1 minuto

O primeiro-ministro senegalês, Ousmane Sonko, em Abidjan (Costa do Marfim), 30 de maio de 2025. (ISSOUF SANOGO/AFP)

O primeiro-ministro do Senegal, Ousmane Sonko, não tem intenção de renunciar lei atual endurecendo as penas para as relações homossexuais. O político denunciou, sexta-feira, 22 de maio, “uma tirania” do Ocidente, quem quer “impondo a homossexualidade ao mundo inteiro”. Por isso, rejeitou a moratória sobre a implementação desta lei, no seu discurso perante os deputados senegaleses.

Este pedido foi especificamente formulado por cerca de trinta figuras de África, numa coluna publicada em meados de Maio no Libertação. Nesta carta aberta, o autor acredita que um “um clima de medo, ódio e violência (…) instalou-se no país” desde que esta lei foi aprovada no início de março.

O novo texto duplica as penas para as relações homossexuais, que são agora puníveis com cinco a dez anos de prisão. Sua implementação ocorreu num contexto marcado por uma onda de homofobia no país e uma série de prisões por suposta homossexualidade.

Ousmane Sonko pede justiça “o que observar” para sua implementação “total, impessoal e perfeito” Porque “O objetivo principal” novo texto é “acabar com a proliferação do fenômeno da homossexualidade”. As relações entre pessoas do mesmo sexo são consideradas uma aberração no Senegal e a crescente repressão sobre elas é uma promessa de longo prazo do campo governante, que é politicamente promissor no país.


Fonte

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here