Os islamistas atacaram cinco cidades no sábado e mataram o ministro da Defesa, o segundo homem do regime.
Em Bamako, a madrugada de domingo não dissipou a incerteza em torno da situação de segurança Mali. No dia anterior, um grande ataquea um nível sem precedentes, começando no país, liderado por uma aliança sem precedentes entre grupos jihadistas e separatistas tuaregues. Depois de mais de 24 horas de luta, a incerteza ainda persiste. As autoridades do Mali estão satisfeitas com os comunicados de imprensa que afirmam ter controlo sobre a situação e “referindo-se aos 36 feridos”uma imagem muito distante da realidade. O General Assimi Goïta, chefe da junta, permaneceu invisível e silencioso. Para os militares no poder há mais de seis anos, que usaram a luta contra os islamistas como justificação para o seu golpe, este revés é devastador. Simbólico desta derrota foi o Ministro da Defesa, Sadio Camara, figura central do regime, morto num ataque à sua casa em Kati, nos arredores de Bamako. O destino do Chefe do Estado-Maior General…



